Pessoas presas de Nova Andradina passarão a trabalhar em serviços gerais e limpeza urbana no município. Poderão participar sentenciados em regime fechado no Estabelecimento Penal da cidade, além daqueles em regime semiaberto e aberto. A ideia é promover ressocialização por meio do benefício à coletividade.
A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul) firmou um Termo de Cooperação Mútua com a Prefeitura Municipal de Nova Andradina e o Conselho Comunitário de Segurança, autorizando o uso de mão de obra prisional no município. A proposta tem aval do Poder Judiciário.
Segundo o prefeito de Nova Andradina, Leandro Fedossi (PSDB), a cidade enfrenta dificuldade de suprir a demanda de mão de obra em determinados serviços públicos. Ele diz que, semanalmente, há cerca de 150 vagas de emprego abertas na cidade.
Os presidiários trabalharão em atividades como pintura, tapa-buracos, manutenção de vias, limpeza e cuidado de praças públicas.
Os presos em trabalho externo ficarão em cela separada do restante da massa carcerária. O controle de entrada e saída deve ser rigoroso, com revista e raio-x. Haverá também monitoramento diário dos trabalhos externos. A Prefeitura deve informar previamente os locais onde os internos atuarão.
Poderão participar sentenciados que já cumpriram ao menos um sexto da pena, tenham bom comportamento e, preferencialmente, possuam família em Nova Andradina, o que reduz o risco de evasão, conforme avaliação da Agepen. Este modelo já é adotado por outros municípios do Estado, como Coxim e Jateí.








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