PCC nega ter matado 4 na fronteira: 'não matamos inocentes'

Nota apócrifa ainda garante que 'único homem do incidente não é integrante da nossa organização'

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Rhannye Jamilly, Kaline Reinoso, Osmar Vicente e Haylle Carolina morreram no ataque - Crédito: Hedio Fazan/Dourados News

O Primeiro Coamando da Capital, mais forte facção criminosa do Brasil, garante não ter matado quatro pessoas na fronteira de Mato Grosso do Sul na madrugada de ontem (9). A afirmação é em 'nota apócrifa' da organização;

No atentado morreram Kaline Reinoso de Oliveira, douradense e estudante de Medicina, de 21 anos; Rhannye Jamily, de 18 anos, estudante de Medicina; Osmar Vicente Álvarez Grance; Haylee Carolina Acevedo Yunis, de 21 anos, filha do governador de Amambay.

Osmar, por exemplo, levou mais de 30 tiros.

Leia a nota:

“Data: 09/10/2021

Nós, do Primeiro Comando da Capital, viemos deixar ciente: o crime em geral, as autoridades governamentais e todos os veículos de comunicação mundial, que nós não temos nenhuma participação ou autorização nas mortes ocorridas nesta data, e que também o único homem do incidente não é integrante da nossa organização.

Prezamos a vida acima de tudo, porém quando temos que tomar alguma atitude referente a alguém, este mesmo é comunicado que está decretada a morte.

Não compactuamos, não concordamos com atos que causem a morte covardemente de pessoas inocentes e combatemos tais atos.

Deixamos nosso pesar as famílias

Ass: Primeiro Comando da Capital”

O comunicado se refere ao atentado que matou um homem e três jovens acadêmicas do curso de medicina, na qual uma delas era a filha do governador de Amambay, Ronald Acevedo.

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