Para roubar Celta, jovens de 19 e 20 anos assassinaram contador a facadas

Dupla foi presa em uma casa nas proximidades do Terminal Bandeirantes, na Capital

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Ryan Vitor e Paulo Mendes foram presos na tarde de ontem (26). (Foto: Reprodução/Facebook)

O contador Aparecido Ferreira da Silva, 49 anos, que estava desaparecido desde o dia 24 de março, em Campo Grande, foi encontrado morto na tarde de quinta-feira (26) em uma área rural na saída para Sidrolândia. Ele foi vítima de latrocínio.

Conforme apurado, os autores, identificados como Ryan Vitor, 19 anos, e Paulo Mendes, 20 anos, cometeram o crime para roubar o carro do contador, um Chevrolet Celta.

Na tarde de terça-feira (24), após fazer o último contato com a esposa pelo celular, Aparecido se encontrou com a dupla e, enquanto ele dirigia, os jovens anunciaram o assalto. A vítima reagiu e foi morta a facadas.

Não há detalhes sobre as circunstâncias que levaram o contador ao contato com os rapazes.

Durante as investigações, policiais da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio localizaram o carro de Aparecido em uma oficina mecânica na Capital. A dupla foi encontrada em uma casa nas proximidades do Terminal Bandeirantes.

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Aparecido Ferreira da Silva estava desaparecido desde o dia 24. (Foto: Arquivo pessoal)

Ryan e Paulo foram presos em flagrante e responderão por latrocínio e ocultação de cadáver.

Um dos jovens também foi enquadrado em tráfico de drogas. Na casa dele, foram encontrados 20 gramas de cocaína, preparada para a comercialização.

O caso - Aparecido foi visto pela última vez na terça-feira, dia 24 de março. Segundo a família, ele saiu de casa para levar um botijão de gás para uma amiga, na Avenida Tiradentes, Bairro Taveirópolis. Depois avisou a esposa que iria até a Prefeitura e visitar alguns clientes. O contato foi feito por mensagem, por volta das 12h15.

A família ligou várias vezes para o telefone de Aparecido, mas ele não atendeu ou respondeu as mensagens. Um boletim de ocorrência então foi feito na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) do Centro de Campo Grande.

Depois, a DEH assumiu o caso e, para fazer as prisões, teve também apoio da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

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