No Iraque, uma mulher foi queimada viva por ter desobedecido ao marido

Neste país do Médio Oriente, crescem os casos por violência doméstica e discriminação de gênero

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O Iraque, como quase todos os países do mundo, travam neste momento um intenso combate contra a propagação do surto do novo coronavírus.

Este país do Médio Oriente também está subjugado a intensas medidas de confinamento, sendo que, por esta altura, crescem os relatos de violência doméstica e de discriminação de gênero.

O El País, no decorrer da última semana, divulgou a história de Malak al Zubaidi, uma mulher de 20 anos que foi queimada viva pelo marido por lhe ter desobedecido.

"Socorro, socorro, que alguém me ajude", gritava Malak, já coberta de chamas ante a indiferença do seu marido e cunhado, segundo relatou uma mulher que também estava na casa.

A mesma mulher que viria, posteriormente, a avisar a irmã de Malak do sucedido. Esta familiar decidiu então denunciar o ataque depois de ver o estado em que a irmã se encontrava. "Ela não nos visitava há oito meses e eles também não a deixavam usar o telefone. Era o marido dela quem respondia às nossas mensagens. Quando o meu pai ligou para o pai do marido da minha irmã, pedindo permissão para a ir ver, ela disse que estava feliz e não havia razão de a incomodarmos ”, relatou a irmã da vítima.

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