Publicado em: 05/11/2026

Mulher declarada morta em hospital volta a respirar dentro de funerária

Atestado apontou infarto como causa da morte de paciente de 51 anos em Pedro Juan Caballero

CGNews, Gustavo Bonotto e Helio de Freitas
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Movimentação de policiais na frente de hospital, onde caso foi registrado. (Foto: Reprodução/Rádio Urundey)

Mulher de 51 anos, identificada como Gregória Aparecida Ovelar de Brizuela, voltou a respirar enquanto funcionários de uma funerária preparavam seu velório, na noite desta quinta-feira (5), em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã. A paciente havia sido declarada morta no Hospital Regional da cidade e encaminhada ao estabelecimento funerário.

Conforme informações divulgadas pela Rádio Urundey, a equipe médica constatou a suposta morte no setor de urgências da unidade de saúde. Com a liberação, ela foi transportada para a Pax Amambay, onde seriam realizados os procedimentos necessários para a despedida dos familiares.

O atestado de óbito entregue à família aponta infarto do miocárdio como causa da morte e registra o falecimento às 20h20 desta quinta. Durante os preparativos para o velório, os funcionários perceberam que Gregória abriu os olhos e começou a respirar. Diante da situação, a mulher foi levada novamente ao pronto-socorro do mesmo hospital, onde recebeu atendimento médico.

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Atestado de óbito entregue para equipe funerária ao receber o então corpo sem vida da paciente. (Foto: Direto das Ruas)

O episódio provocou revolta entre parentes e amigos, que cobraram explicações sobre o ocorrido. A tensão exigiu a presença de agentes da Polícia Nacional do Paraguai para controlar a situação na porta da unidade de saúde.

Até a publicação das primeiras informações, a direção do Hospital Regional não havia se manifestado sobre as circunstâncias em que a paciente foi declarada morta. Também não foram divulgados detalhes sobre os procedimentos realizados pela equipe responsável.

Ainda não há esclarecimentos oficiais sobre o que teria provocado a declaração equivocada de morte nem informações sobre eventual investigação do atendimento.

O estado de saúde de Gregória permanece desconhecido.