Filha de vereador cai em blitz Lei Seca, se exalta, cospe em tenente e vai presa

Evellyne Gomes de Oliveira, de 38 anos, estava agressiva e mostrava o dedo do meio aos militares e ia pedir para o pai ferrar com os PMs

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Evellyne Gomes e o pai vereador Valdir Gomes (PP) (Reprodução/Internet)

Evellyne Gomes de Oliveira, de 38 anos, que disse ser filha do vereador Valdir Gomes (PP) de Campo Grande, foi presa após se exaltar, mostrar o dedo do meio a policiais militares, ameaçar e cuspir no tenente comandante da operação durante abordagem da blitz Lei Seca, na Avenida Afonso Pena, na madrugada deste sábado (22).

Segundo informações do boletim de ocorrência, uma equipe de Trânsito da Polícia Militar (PM) e o Detran-MS, faziam blitz de Lei Seca por volta das 3h33 na avenida Afonso Pena, quando abordou um carro Chevrolet Onix de cor preta.

Evellyne, que era passageira, questionou a abordagem da polícia. Ela se alterou e foi pedido que ela se acalmasse para poder explicar o procedimento e a liberação do veículo.

A então filha do vereador teria se irritado e mostrado o dedo do meio da mão direita, dizendo que o carro era dela. O policial teria pedido para que a mulher não interrompesse a explicação e ela mostrou o dedo do meio e dizendo “vão se f#@¨¨r. ”. O policial deu voz de prisão e ela se recusou a sair do veículo.

Ainda de acordo com o registro policial, ela ficou mais agressiva e por isso foi algemada. Mesmo mais calma, Evellyne teria continuado a insultar os militares e teria cuspido no tenente Comandante da Operação quando ele se aproximou para explicar as medidas cabíveis.

Ela ameaçou os policiais e disse que eles iriam se arrepender. Ela foi encaminhada para a Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) do centro, mas não teria parado com os insultos e xingamentos.

Já na delegacia ela teria se mostrado agressiva, xingando os policiais civis, tentando chutar e morder as autoridades. Ela ainda teria começado a se debater e chutar a porta e falava a todo momento o nome do pai vereador.

O carro foi liberado ao amigo da suspeita e o caso foi registrado como ameaça, resistência e desacato.

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